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Mensagens

(Reunião) Ata nº5 de 5 de maio de 2025

Local: Associação de Inquilinos e Condóminos no Norte de Portugal - R. do Bolhão,  Hora: 18:00  Presentes: documento interno Ordem de trabalhos Apresentação Atividades Organização A reunião começou com uma pequena apresentação pessoal sobre cada um dos elementos presentes e também Alfredo Soares-Ferreira que participou via videoconferência. Foi um bom intercâmbio intergeracional. Pedro Selas falou que desde apresentação do Livro “Pequenos Ensaios de uma Presidência para um país sem amos”, edição de autor, que ocorreu no dia 13 de Abril de 2024, na Junta de Freguesia de Mafamude e que foi apresentado por Ivânia Vera-Cruz, José Maria Silva e Pedro Selas. No dia 18 de maio de 2024 dá lugar à ata nº1, em que em síntese decide criar um pequeno grupo de dinamização, contactar outros coletivos, e marcar uma outra reunião. Há depois uma segunda reunião que não há ata. Na terceira reunião, 14 de junho de 2024, no que já vinha sendo exposto, foi acordado criar-se redes sociais, um site,...

(Reunião) REUNIÃO GERAL E ABERTA 05/05/2025

REUNIÃO GERAL E ABERTA* Tendo em conta o adensar-se de pessoas aproximarem-se do movimento está agendada uma reunião sujeita a registo prévio.  Falar da apresentação e atividades do movimento, organização e pontos que vão ser sugeridos até à data da Reunião Geral e Aberta pelos participantes através do preenchimento deste formulário . Com a devida antecedência será dada a ordem de trabalhos definitiva, para o email inserido no formulário, tendo em conta as sugestões enviadas. Até breve, Alfredo Soares-Ferreira Ivânia Vera-Cruz José Maria Silva Pedro Selas _______________ Data : Segunda-feira, 5 de maio de 2025 Hora : 18:00 * Participação horizontal na reúnião sujeita a registo pelo formulário  ou pelo email ( paissemamos@gmail.com ) Local : Associação dos Inquilinos e Condóminos do Norte de Portugal Morada: R. de Sá da Bandeira 508, 4000-065 Porto

(Ensaio) "Ainda não é o fim, nem o princípio do mundo, calma, é apenas um pouco tarde"

 Por Pedro Selas , em Blog Ainda não é o fim, nem o princípio do mundo, calma, é apenas um pouco tarde (1) Índice Ponto Prévio Depois do início Pelo meio Antes do fim 1. Ponto Prévio Tenho apresentado várias visões à forma como se tem produzido o conhecimento e os regimes sobre ele.  Todos os dias testo a Ciência, produzida pós-XVIII, e não lhe encontro grande fundamento, senão uma recolocação dos saberes e dos regimes (de verdade) que operam ao longo do tempo . Numa perspectiva linear da história, esse ao longo do tempo ocorre milenarmente, pelo menos, através da linguagem - “ ferramenta pela qual quase tudo se organiza, nem sempre no seu sentido espontâneo, mas também nos seus códigos, como são exemplos as leis, o sistema monetário, os modos de produção e de organização, a ciência e as disciplinas, a discussão política, o funcionamento da tecnologia que nos cerca. ” (“ Pequenos Ensaios de uma Presidência para um País sem amos ”, Pedro Selas, 2024, Ed. ...

(Poema) Poema Pessoal e Bastante Transmissível

  Por Lúcio Lima , poeta maldito que atormenta Alfredo Soares-Ferreira Poema Pessoal e Bastante Trasmissível - Para a ciência e técnica de uma país sem amos Oh trevo da sorte que floresce enquanto lá fora a fome cresce  Fortuna dos audazes aflitos que já nem conseguem soltar gritos.  Acorda num poema de Camões e anda por aí ver passar os aviões. Deixa-nos sonhar com o sol de Abril e os fantasmas das águas mil Solta em raiva o que já não sentes panelas e tachos dos santos dementes. Sai do armário e assume o conflito  esquece tudo o que te havia dito Na morgue de todas as flores reina a calma doce dos favores Pensas que podes saltar a fogueira antes de accionar a mangueira? O fogo posto no submarino da marinha  e o comboio a partir da cozinha A rota traçada é a das marés e tu não queres molhar os pés... Aqui não mais vais poder ficar é tão cedo que é tarde para conversar e é tão tarde que é cedo para conversar. Sonhei com um toque de magia  mas o melhor é fic...

(Registos) Caminhos Revolucionários (11/04/2025)

Registos Fotográficos da Tertúlia - Caminhos Revolucionários: Espaço, Tempo e Outras Dimensões sem Amos. Que Presidência? Fotografia: Tiago Monteiro Mais sobre a tertúlia

(Poema) Nó na garganta

Por Maria Inês , em blog Nó na garganta queria conseguir conseguir expressar tudo tudo  tudo o que vejo sinto escuto Toco Como a arte da liberdade de poder dizer aquilo que vai dentro e fora de mim de ti e do outro a empatia de me considerar de te considerar de considerar a presença Minha tua de todos é a natureza humana num gesto  delicado vulnerável sensível de poder dizer que me ponho no sapato coletivo da sociedade 18 de abril 2025 Maria Inês   [Ver todas as publicações da autora]

(Tertúlia) Caminhos Revolucionários. Resumo intervenção - Ivânia Vera-Cruz

  Por  Ivânia Vera-Cruz , em Blog ,  resumo da intervenção na Tertúlia - Caminhos Revolucionários: Espaço, Tempo e Outras Dimensões sem Amos. Que Presidência? Resumo da intervenção Panorama atual impele-nos a uma série de confrontos com o cansaço, mal-estar, falta de perceção de si e do outro. Tal está relacionado com a forma como nos organizamos, como o poder está distribuído por redes de relações de instituições e não só, mas, fundamentalmente; que se organizam de forma difusa e abstrata controlando os corpos, disciplinam e adestram para uma lógica de produtividade concretizando eficazmente através do controlo da alma, a criação da subjetivação e modos de ser. Sendo potencializados por sistemas de segmentação, colocação em caixas, partindo da normatividade. Existe sempre uma norma, um sistema, o normal, estas lógicas de pensamento são estabelecidas por modos de ser constituído o conhecimento. Falamos de sistemas dicotômicos: “isto e aquilo” para deixarmos de olhar para ...

(Tertúlia) Caminhos Revolucionários. Resumo intervenção - Pedro Selas

  Por  Pedro Selas , em Blog ,  resumo da intervenção na Tertúlia - Caminhos Revolucionários: Espaço, Tempo e Outras Dimensões sem Amos. Que Presidência? Resumo da intervenção Sobre a singularidade da presidência no contexto português. Esclarecimento e exposição da necessidade de uma organização de massas para lá de uma candidatura presidencial que mantenha o sistema liberal e burguês como o conhecemos. Necessário conversar, promover mais conversas sobre o ideal sem amos, a mira apontada a Belém, pela sua excepcionalidade. Noção de estado e das redes de animais e recursos no meio ambiente. A falta de condições para uma candidatura presidencial, precisamente, por ser necessário aprofundar o ideal. Pais sem amos sem direção, não se apresenta só com agência política, no sentido disciplinar da política, no pressuposto da existência de governantes/governados, mas no sentido que a política é também cultura, é modo de ser e estar. Anúncio de reunião marcada para 5 de maio de 202...

(Tertúlia) Caminhos Revolucionários. Resumo intervenção - Alfredo Soares-Ferreira

Por Alfredo Soares-Ferreira , em Blog , resumo da intervenção na Tertúlia - Caminhos Revolucionários: Espaço, Tempo e Outras Dimensões sem Amos. Que Presidência? "Caminhos e dimensões da ciência e técnica de um país sem amos. Papel da ciência, da técnica e das tecnologias numa sociedade sem elites opressivas, orientadas para a emancipação colectiva" Equaciona-se o papel da ciência, da técnica e das tecnologias, para projectar uma sociedade sem elites opressivas, esvaziada de burocratas e orientada para a emancipação colectiva. Levantam-se algumas questões que habitualmente escapam à discussão pública que, na maior parte dos casos, envolvem mitos e falácias, para contornar as questões) e mesmo falsidades, para enganar o cidadão. Relacionam-se as questões com uma presidência sem amos, arquitectada em função de premissas críticas do modo de vida burguês. Apontam-se algumas pistas e caminhos que podem ser revolucionários, a caminho de uma sociedade autónoma, libertária ou desprov...

(Artigo) SIM À ESPERANÇA, NÃO AO MEDO (III)

Por Alfredo Soares-Ferreira , em blog Uma das questões interessantes para analisar uma sociedade igualitária é a forma como lida (ou lidará) com o paradigma tecnológico. A problemática da Ciência e Tecnologia reporta, na sua essência, a uma inter-relação entre o Cidadão e o Conhecimento, que deverá ser favorável ao primeiro, uma vez que todo o conhecimento é fruto do trabalho do pensamento e esforço humanos. Na emergência de uma era da técnica anunciada pela burocracia privada e estatal, poderemos questionarmo-nos sobre algumas premissas como por exemplo a subjugação do ser pensante em relação à máquina que ele mesmo produziu. Daí ser vulgar admitir um determinado produto tecnológico como maléfico, apenas porque é uma inovação e contraria o estatuto conservador instalado. Uma pretendida sociedade sem amos, deverá ser preparada com base no conhecimento acumulado que consiga ser um suporte de vida mais fácil, com menos horas e com menos trabalho e com toda a ciência e tecnologia devidame...

(Tertúlia) Caminhos Revolucionários: Espaço, Tempo e outras Dimensões sem amos. Que Presidência? (11/04/2025)

R esumos das intervenções: - Alfredo Soares-Ferreira - Ivânia Vera-Cruz - Pedro Selas Registos Fotográficos _______ Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto Rua de Rodrigues Sampaio 140, 4000-065 Sexta, 11 de abril de 2025,  18:00 Entrada Livre Tertúlia: Caminhos Revolucionários: Espaço, Tempo e outras Dimensões sem amos. Que Presidência? (marcar no calendário) (Facebook) Com:  - Alfredo Soares-Ferreira  - Ivânia Vera-Cruz  - Pedro Selas Moderação com:    - José Vítor Malheiros Introdução: Singularidade da eleição presidencial em Portugal no panorama internacional. Olhar ímpar sobre a práxis política. A singularidade categórica de figuras para a manutenção da arquitetura institucional, legal e disciplinar. O apagamento de si, em prol de uma estrutura servil e representativa. A ideia de governandos/governantes. Validade do Estado, do Capital, das suas instituições e dos seus representantes. O bem estar, organização, tempo, acessos para todos. A...

(Ensaio) Os 50 anos entre o Golpe de Estado e a Constituição - Construção de Caminhos Revolucionários: Espaço, tempo e outras dimensões sem amos

Por Pedro Selas , em blog, pareceria com a Revista InComunidade Índice 1. Tempo e Estado 2. Exercício 3. A Constituição 1. Tempo e Estado Assinalar através do calendário gregoriano o decorrer do tempo, convida-nos a pôr em perspectiva, talvez, talvez seja uma ratoeira para uma comunicação de massas. Mas, o que é facto, é que podemos iniciar assinalando a efemeridade e convidando para algo. Por isso, começar por dar uma pequena síntese da minha perspectiva sobre os acontecimentos que influíram entre o golpe de estado de 74 e a aprovação da constituição, que é a minha perspectiva subjectiva. Não pretende ter qualquer rigor científico, ela nem é assim tão vasta, mas penso o seguinte: Durante o golpe de estado que derrubava o anterior regime, chamemos-lhe assim, a população desobedeceu ao Exército iniciando um período mais popular que militar, digamos. Ainda que sobre o movimento popular tenha havido sempre um voluntarismo para manter a estrutura de estado - veremos também qual o e...

(Poema) Tempo

Por Maria Inês , em Blog se eu tivesse tempo voltava atrás abraçava a minha mãe e dizia-lhe que tou cá que compreendo o struggle que também já tive lá dizia ao meu cota que o amo que o admiro apesar da diferença que apesar da crença somos sangue do memo sangue não fiquei indiferente à sentença que lhe foi dada  que penso nisso quando acordo e apesar de não poder fazer nada tou aqui com ele de mãos dadas  nasci já com a visão da miséria dessa merda de pão que o diabo amassou cresci depressa demais  apesar do tempo que passou a inocência que me foi tirada já não volta mais aos 9 a perceber que o mundo é injusto  aos 12 a perceber que o custo desta vida é a loucura o luxo de m'aperceber que a dor  é o preço que pago por sentir tant'amor os dias passam e eu ainda tou cá apesar de tantos anos a querer ir p'ó lado de lá afinal, será que a vida é boa  ou é só golpe de sorte sentir que o tempo voa que agora tou mais velha que o passado já não magoa mas a ferida que...

(Artigo) O Tempo de Nos Pertencermos

Por Inês Pereira Silva , em blog O meu trabalho é apoiar as pessoas a perceberem que a maior prisão não tem grades, não tem muros e, muitas vezes, nem sequer tem um carcereiro visível. O que nos prende são as ideias que aceitamos sem questionar, os medos que nos passam de geração em geração como se fossem heranças de família, as expectativas que nos dizem como devemos viver para sermos aceites.   Falar de um tempo sem "amos" não é sobre uma revolução barulhenta nas ruas (embora não haja nada de errado com uma boa revolução, desde que bem organizada). É sobre algo mais subtil, mas infinitamente mais poderoso: libertarmo-nos internamente. Porque não há mudança coletiva sem uma transformação individual.   A história prova-o vezes sem conta. Sempre que uma sociedade se empoderou, foi porque os seus indivíduos se permitiram, primeiro, questionar o que lhes diziam ser inevitável. A queda dos impérios, o fim das monarquias absolutas, a conquista de direitos civis — tudo com...

(Fascículo) Precisamos de Falar sobre Presidenciais (2 de 5)

Por Diogo Martins, em  "Fratura Exposta" (substack) Índice As origens das muitas faces da direita política A sua manifestação neste ato eleitoral Marques Mendes Gouveia e Melo André Ventura Mariana Leitão Nota final Compreender as fundações do mosaico da direita nesta eleição presidencial (Fascículo Segundo) As origens das muitas faces da direita política Quando, a partir da esquerda, nos propomos a refletir sobre as fundações da hegemonia da direita num determinado momento político, é fatal desembocarmos no paradoxo que atormenta o nosso espaço desde que, no final do século XIX, a maioria das democracias liberais adotou o sufrágio universal: “como pode o campo político da direita, cuja existência se justifica pela defesa de uma minoria proprietária, se mostrar capaz de obter a maioria eleitoral?” A resposta a esta questão assenta sempre na interação entre dispositivos sociais de realinhamento de classe e da existência de meios que facilitam a sua ...